terça-feira, junho 28, 2011

Betty Blowtorch


Durante o curto período de banda, essas garotas viveram e passaram em suas músicas o puro (e clichê) : sexo, drogas e rock n'roll. Estou falando do quarteto californiano, Betty Blowtorch.

Formado em 1998 por Bianca Butthole (vocalista e baixista), Sharon Needles (guitarrista), Blare N. Bitch (guitarrista solo) e Judy Molish (baterista) a banda lançou o único album da carreira em 2001, com um título bem sugestivo, "Are You Man Enough?" (Você é homem o bastante?) e saiu tocando o puter... digo, show.Durante a excursão com a banda Nashville Pussy, Sharon deixa a banda e Jennifer Finch (L7) a substitui.
No mesmo ano, Bianca morre em um acidente de carro e a banda termina.

Sharon e Blare continuam tocando juntas na banda, Psychostar (e fazem um som bem legal também).

Porém não posso terminar o post sem ser um pouquinho chata e fazer minha critica em especial sobre essa banda. Okay, elas tocam bem, fazem um hard rock super empolgante. Mas algumas letras chegam a me dar nojo, na minha opinião elas exageraram muito em querer parecer "bad girls" fatais, algumas músicas chegam a beirar o machismo ao contrário, tratando do sexo oposto como um objeto apenas destinado ao ato sexual.

segunda-feira, junho 27, 2011

Cosmogonia

Cosmogonia : Cada uma das diferentes teorias filosófico-religiosas, criadas pelo homem, através dos tempos, que pretendem explicar a origem do universo; visão de mundo, conceito pessoal de realidade. Fonte

 


Com esse nome torna-se meio óbvio eu dizer que a banda foi formada por duas professoras: Elisângela (História/Geografia) e Vanessa (Português/Inglês), em 1994.A história da Cosmogonia inclui shows em alguns estados do Brasil, duas demos, participações em coletâneas, e formações diferentes.
A sonoridade é predominante punk, mas o último single que eu escutei delas tem alguma pegada de metalcore.As letras são ótimas, duras criticas a sociedade machista.Depois de doze anos na ativa, a banda esta em hiato desde 2006.

quinta-feira, junho 23, 2011

Alice In Chains - MTV Unplugged

* Antes de tudo, uma pequena explicação.É só dar uma olhada por cima no meu blog para perceber que existem bandas que aparecem aqui mais de uma vez, como Alice In Chains, Nirvana, Hole.. enfim,  isso não é falta de eu ter idéias de post, ou de conhecer poucas coisas, a questão é que tem algumas bandas que são bem importantes para mim, e sempre tenho algo novo a falar sobre elas.


Então, hoje é o dia de falar um pouquinho mais de Alice In Chains.Lembro que a alguns anos atras quando eu dizia que gostava de AIC para alguém sempre me vinham com elogios e mais elogios ao tal Unplugged da banda. E eu achava idiota, por que deduzia que a pessoa nem tinha escutado os outros e falou do acústico só por que passou na MTV, enfim, chatices.. medos de clichês.. coisas de uma fã chata como eu.


Porém, tempo passa e eu percebi o quanto o Unplugged do Alice In Chains é realmente bom! Não pretendo fazer uma resenha, quero mais escrever aqui a opinião de fã mesmo.




A seleção de músicas para o show e o arranjo feito para elas, com dois violões e a banda impecável não poderia ser melhor."Nutshell" começa apenas com Jerry Cantrell no palco tocando os acordes iniciais da música, aos poucos os outros músicos vão entrando no palco e fazendo sua parte na canção, por fim, os aplausos aumentam novamente, Layne Staley finalmente sobe ao palco do Brooklyn Academy of Music's Majestic Theatre, completando a banda e preenchendo os versos introspectivos de Nutshell.


Na sequência,"Brother" mantendo o clima meio 'deprê' da primeira música e depois "No Excuses" quebra um pouco disso, e não acho grandes diferenças da versão do álbum e da versão "desplugada" dela. Depois do momento de Mike Inez fazer média com os integrantes do Metallica (que estavam presentes no show) tocando a introdução de "Enter Sandman" no baixolão, é a vez de "Sludge Factory" e acho que esse é um dos pontos altos do Unplugged, eles começam a tocar, Layne esquece a letra e solta um "fffffuck", ok, o ponto alto não é esse! A Sludge Factory originalmente é uma música pesada, arrastada, com uns backing vocals estranhos, não é ruim, mas a versão do acústico ficou muito melhor.

terça-feira, junho 21, 2011

Bambix

Bambix no Brasil, em maio do ano passado
Descobri a pouco tempo essa banda e curti bastante, mas como estou um pouco sem inspiração e disposição para escrever agora, vou deixar aqui o breve texto que retirei do Last.fm que fala um pouco sobre esse trio.E mais abaixo o vídeo da minha música preferida deles, indico aos fãs de hardcore e punk!

"Em 1992, Willia van Houdt fundou a banda que viria a ser um dos maiores nomes do hardcore europeu: Bambix. Originária da Holanda, precisamente de uma cidadezinha chamada Nijmegen, a banda cujo nome foi tirado de uma famosa marca de laticínios holandesa, começou com três garotas e hoje está em sua sexta formação trazendo Wick Bambix - a Willia - como vocalista, guitarrista e letrista, o sexy italiano Patrick Turner no baixo o baterista Peter Dragt. A sintonia do trio é perfeita e o som do Bambix pode ser definido como punk metal melódico aliado à velocidade do hardcore, e tem como característica marcante o esplêndido vocal de Wick, que é poderoso, intenso e cheio de personalidade. As letras da banda são repletas de consistência e questões políticas e inquietantes. Suas músicas são embaladas por belos refrões, melodias impecáveis, ótimos solos de guitarra e muito peso."

Downloads  (nesse blog tem a discografia para download, mas não sei se todos os links estão disponíveis)

Mudanças - Girl Unity


Gostaria de avisar as pessoas que frequentam meu blog que estou fazendo algumas mudanças.
Em menos de um ano de blog, o "Serotonina" mudou um pouco, e agora o foco tornou-se mais divulgar bandas femininas e algumas coisas também relacionadas a feminismo.Porém não deixo, nem deixarei de escrever coisas referentes a música, (não necessariamente só bandas femininas) e poesias (que eu também costumava postar aqui mais seguido).

Decidi mudar o nome de Serotonina para Girl Unity (sim, inspirado na música do Dominatrix, "Close Enough To Jump") para tentar definir melhor o conteudo desse blog, afinal quando eu criei o "Serotonina" a idéia era escrever sobre várias coisas que fossem do meu interesse, sem nada muito definido, mas agora acredito que já esteja bem mais definido e a mudança de nome é necessária.

Quanto ao URL (teeenager-whore.blogspot) eu tentei mudar também para girlunity.blogspot, só que percebi que muitos acessos iriam se perder, e quem não soubesse da mudança iria pensar que o blog havia sido excluido.Portanto até eu achar uma forma de redirecionar um endereço para o outro, vou manter esse.

Enfim, resumindo, o nome muda, mas o blog é o mesmo.

segunda-feira, junho 20, 2011

Simone de Beauvoir

"Que nada nos defina. Que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância."
Simone de Beauvoir


Fugindo um pouco do tema principal do blog que é falar de música, hoje o post é sobre Simone de Beauvoir, autora do livro "O Segundo Sexo", considerado uma das bases do feminismo contemporâneo.

Biografia
Nascida em Paris no dia 9 de janeiro de 1908, Simone foi uma criança teimosa e um tanto mimada, porém desde cedo mostrou uma forte inclinação pelos estudos, herdando também o gosto por teatro e literatura do seu pai, Georges de Beauvoir, um advogado e ator amador.


Em 1924 formou-se no Instituto Adeline Désir, uma escola católica para meninas.Estudou matemática no Instituto Católico, literatura e línguas no Instituto Sainte-Marie, e filosofia na Universidade de Paris, onde após apresentar uma tese sobre Leibniz conheceu vários jovens intelectuais, inclusive Jean-Paul Sartre, com quem teve um dos relacionamentos mais famosos da história, durante 50 anos (até a morte de Sartre em 1980), baseado principalmente na liberdade e no intelecto, com certeza algo muito a frente do tempo deles, sendo que até hoje relacionamentos abertos são vistos com muita estranheza.


"Entre nós, trata-se de um amor necessário: convém que conheçamos também amores contingentes."

Acredito que essa frase defina bem o tipo de relacionamento que Sartre e Beauvoir tinham, entre eles o amor necessário, pela compatibilidade de suas formas de pensar, os amores contigentes eram as paixões fugases que surgiram ao longo da vida e que eles não deixariam de vivenciar essas experiências.Um exemplo é a forte relacão que Beauvoir teve com  Nelson Algren, um escritor norte americano.

Obras
"Em seu primeiro romance, A convidada (1943), explorou os dilemas existencialistas da liberdade, da ação e da responsabilidade individual, temas que abordou igualmente em romances posteriores como O sangue dos outros (1944) e Os mandarins (1954), obra pela qual recebeu o Prêmio Goncourt e que é considerada a sua obra-prima.

quinta-feira, junho 16, 2011

Kristen Pfaff

Assim como Melissa Auf Der Maur, Kristen Pfaff também foi baixista do Hole, a diferença é que ela teve um pouco menos de sorte e foi mais uma entrar para a lista de musicos que morreram com 27 anos.

Janitor Joe
Kristen nasceu em Buffalo, Nova York, no dia 26 de maio de 1967, estudou piano clássico e violoncelo.Quando mudou-se para Minnesota para seguir com sua graduação, aprendeu a tocar baixo também e com Joachim Breuer (guitarrista e vocalista) formou sua primeira banda, Janitor Joe.Após gravarem o primeiro single em 1992, chamaram atenção da gravadora local, "Amphetamine Reptile Records" e em 1993 sai o primeiro album, intitulado "Big Metal Birds". (Download)

A banda teve uma boa aprovação dentro da cena musical de Minneapolis, a têndencia do momento era o grunge, e isso o trio sabia fazer bem, o "Big Metal Birds" é um misto de post-hardcore e noise rock com boas doses de grunge.O lançamento do single "Stinker" abriu portas para a banda fazer turnês nacionais, e foi em um desses shows, mas precisamente na Califórnia, que Pfaff chamou atenção de Courtney Love e Eric Erlandson, que estavam a procura de uma baixista para o Hole.A proposta foi feita, Kristen negou, mas não foi o sufieciente Love e Erlandson desistirem da idéia.

Mesmo relutante, a proposta era boa, pois o Hole estava com uma ótima crítica internacional pelo primeiro album "Pretty On The Inside", e já havim assinado contrato com a Geffen Records para oito albuns por US$ 3 milhões de dólares.Em 1993 Pfaff muda-se para Seattle afim de juntar-se ao Hole para o lançamento do album "Live Through This". "Foi quando nós decolamos. De repente, nós viramos uma banda de verdade", disse Eric Erlandson sobre a entrada da nova baixista.

terça-feira, junho 14, 2011

Bleach - Nirvana

Antes que acabe o dia, venho por meio desse post informar-lhes que hoje é o aniversário de 22 anos de lançamento do meu album preferido do Nirvana, Bleach.


"Bleach reflete o incômodo de se sentir diferente e deslocado em uma cidade de valores tradicionais, como Kurt em Aberdeen.Expõe sua desconfiança e nenhuma vontade de se encaixar em padrões impostos.Tem como raízes sua raiva, a sensação de abandono causada pela separação dos pais, a disposição de provar que não é um vagabundo perdendo tempo com uma guitarra.Marcelo Orozco em Fragmentos de uma Auto Biografia

Se você não se importa, eu queria que fosse tudo pelos ares / Se você não se importa, eu queria me soltar/ Se você não liga, eu queria ir embora / Se você não se importa, eu queria respirar
trecho de "Blew", 1988

Para mim, pessoalmente, Bleach foi a trilha sonora reproduzida incansáveis vezes nos fones de ouvido durante manhãs terríveis e intermináveis no colégio, assim como Kurt, diferente e deslocada em um ambiente estranho, me sentindo um verme, uma idiota negativa.Bleach era o que eu usava para desinfetar a podridão que estava por dentro de mim.

YOU'RE IN HIGH SCHOOL AGAIN! O berro que vem do profundo daquela alma carregado de desilusão e tristeza mostra que a sensação de ser uma aprendiz infeliz na escola, surge denovo..
Obs: O Bleach também é o único album com Chad Channing na bateria, e adoro ele!

Quem quiser fazer o download do Bleach - 4shared


segunda-feira, junho 13, 2011

Melissa Auf Der Maur

"When she was good, she was very, very good, 
but when she was bad, she was horrid".  
Mãe de Melissa falando ao final da música Lightning Is My Girl



O post de hoje é dedicado a ruiva lindona da foto acima, Melissa Auf Der Maur. Para quem não conhece a moça, posso adiantar que ela foi a melhor baixista do Hole na minha humilde opinião!

A canadense participou do Hole durante o período de 1994 até 1999, ou seja, a época de auge da banda, além disso, Melissa também fez parte do Smashing Pumpinks e de diversos outros projetos, como um tributo a Black Sabbath.

Até que em 2004 lança seu primeiro album solo, chamado apenas de "Auf Der Maur", é marcado pelo peso das guitarras distorcidas, obviamente pelo baixo, que é super destacado e pelo timbre suave de Melissa. O album também conta com participações especiais de Josh Homme (Queens of the Stone Age), Eric Erlandsen (Hole) e James Iha (Smashing Pumpkins).

E no ano passado (2010) foi lançado o "Out of Our Minds" (OOOM) que foi bastante aclamado pela critica e por fãs.

quinta-feira, junho 09, 2011

Devil Doll

Colleen Duffy resolveu criar a banda Devil Doll com a missão de trazer o sexo de volta para o rock and roll.Após perceber que o mundo não escuta a verdade desde Joan Jett e Johnny Cash, ela pegou um baixo e um microfone e decidiu cumprir sua missão.

Colleen nasceu em Cleveland e cresceu assistindo a filmes preto e branco e escutando Elvis Presley, porém tudo fez mais sentido após ela escutar "I Love Rock N'Roll" cantado por Joan Jett no rádio.Acredito que foi aí que ela percebeu que poderia unir seus dois estilos musicais preferidos e sua paixão por psychobilly surge.

Comandou um programa de rádio entre 1990 e 1995 chamado "Rockability" e levou os créditos de primeira mulher rockabilly / psychobilly dj nos Estados Unidos, o que garantiu bastante visibilidade para Colleen, que após o término da sua participação do "Rockability" mudou-se para Nova York com sua banda.Frequentaram clubes como CBGB's e Coney Island High regularmente, e foi nessa época que surgiram música como "King of Brooklyn's" e "Liquor Store's".

Aos poucos começam a tocar em outros lugares e com bandas importantes como The Cramps,The Supersuckers, X e The Cadillac Tramps.
O trabalho mais recente da Devil Doll é 'The Return of Eve' que vendeu milhares de cópias, a banda está fazendo shows pelo mundo.

Não consegui muitas informações além dessas que achei no site Phonocaster Music. Pois além de ainda não serem muito conhecidos aqui no Brasil, tem uma banda com o mesmo nome de rock experimental e sei lá mais o quê que dificulta encontrar resultados.Se eu confundi alguma coisa me informem nos comentários por favor.

Devil Doll - Queen Of Pain *MediaFire*

segunda-feira, junho 06, 2011

Drain STH

 O ano: 1993; o gênero: grunge; o local: Estocolmo (Suécia), essas foram as condições de quando a banda Drain STH foi formada por Maria Sjöholm (vocalista), Flavia Canel (guitarrista), Anna Kjellberg (baixo), e Martina Axén (baterista/vocalista). 

Conheci a banda quando escutei algumas faixas do album "Horror Wrestling" (1997) e a primeira referência que surgiu na minha mente foi à banda Alice In Chains, e realmente essa influência é bem presente no quarteto, o que fez eu curtir muito o som delas.
Porém, no segundo album, "Freaks Of Nature" (1999), acredito que elas procuraram uma identidade mais própria e usaram até de percurssão eletrônica e rap, fato que já não me agradou tanto...

Infelizmente, como muitas bandas femininas, elas não tiveram o reconhecimento merecido, segundo um blog que eu estava lendo "por que elas era 'gostosas' demais para serem levadas a sério pela notória e chauvinista massa do metal." (Eddy Grungy) o que é uma pena, por que esse preconceito priva os fãs de conhecerem mais boas bandas, simplesmente por causa do sexo dos músicos.

Com o fim do contrato com a Mercury Records em 2000, a banda resolveu se separar.
Maria Sjöholm casou-se com Tony Iommi (guitarrista do Black Sabbath) e 'aposentou-se' da música.
Martina e Anna continuam tocando em outras bandas, já Flavia desistiu da carreira de guitarrista e agora é empresária da banda de death metal melódico, Sonic Syndicate.

domingo, junho 05, 2011

SlutWalk - Marcha das Vadias


 


"Não é culpa dos nossos vestidos, salto alto, regatas, saias e afins que todos os dias mulheres são desrespeitadas e agredidas sexualmente, isso é culpa do machismo ainda muito presente na nossa sociedade. As mulheres do mundo estão se unindo!" SlutWalk

"Nós estamos cansadas de sermos oprimidas pela palavra 'vagabunda'; de sermos julgadas por nossa sexualidade e de nos sentirmos inseguras como resultado disso. Ter o controle das nossas vidas sexuais não significa que nós estamos abertas à violência e ao abuso, mesmo que façamos sexo por prazer ou trabalho. Ninguém deveria comparar gostar de sexo com atrair abuso sexual." SlutWalk

"Chega de sermos recriminadas e discriminadas nas ruas porque usamos saias, leggings, regatas, vestidos justos, chega de sermos reprimidas e intimidadas porque somos mulheres, porque somos femininas e porque queremos nos sentir sensuais, bora pras ruas mulherada! Não é porque uso saia que sou puta!"  Madô Lopez 



   


Quer saber mais sobre a Marcha das Vadias?

quinta-feira, junho 02, 2011

Dypsomaniaxe

Seguindo com o ritmo psychobilly do penúltimo post (As Diabatz) hoje quero mostrar aqui uma banda que eu tenho pouquíssimas informações, mas desde que eu baixei o único album delas não consegui parar de escutar!

"Banda de psychobilly inglesa formada no final dos anos 80, a primeira composta somente por mulheres (o que não é muito comum no estilo), foi descoberta por Tony Gilmore, baixista original dos Klingonz.
Apesar de nunca terem feito o sucesso que deviam ter feito, as moças põe moral em muita banda de hoje em dia que acha que é só ter double bass na banda pra ser psycho."  LAZD Trash Source


Ben - Vocal
Angie - Guitarra & Backing Vocals
Stella - Baixo & Backing Vocals
Sam - Drums

Dypsomaniaxe - One Too Many *Download*

Escute!
La La La La La La Hey ♪
Vicious Delicious ♪