terça-feira, novembro 30, 2010

We Can Do It!


A imagem acima,chamada de "Rosie The Riveter" incentivava a mulher, que na década de 40, pela primeira vez participava da produção na força militar americana.Riveter vem de rivet (rebite), que eram os parafusos que prendiam as chapas do revestimento desses aviões, fundamentais na vitória dos Aliados.

Acredito que essa imagem  não é veinculada com relação a guerra e a contribuição feminina, mesmo que indiretamente, na morte de pessoas durante o conflito.Considero essa imagem mais um símbolo do feminismo e das conquistas das mulheres após a guerra, conquistas essas que acontecem até hoje, inclusive.

Mesmo com o salário desigual, muitas dessas mulheres continuaram querendo trabalhar após a guerra, encarando isso como uma oportunidade de mudanças, recusando-se a voltar a vida doméstica determinada pelo machismo, de que a mulher deveria cuidar dos filhos e da casa.

“We Can Do It” (“Nós podemos fazê-lo”), teve como modelo Geraldine Doyle, uma operária de 19 anos, de uma fábrica de Michigan, em 1942 e virou símbolo do movimento feminista em todo mundo.

domingo, novembro 21, 2010

Kittie

Dando continuidade aos posts referentes as bandas femininas, hoje vou escrever sobre uma banda bem conhecida no metal. O quarteto canadense foi formado em 1996 em London (Ontário), pelas irmãs Morgan e Mercedes Lander (respectivamente, vocalista e baterista) e alcançaram o reconhecimento mundial em 1999, com o primeiro hit do album Spit, "Brackish".


Tiveram várias mudanças na formação ao longo do tempo, e hoje contam com Tara McLeod (Guitarra) e Ivy Vujic (Baixo) além das irmãs Lander. Como não poderia ser diferente, por ser uma banda totalmente feminina, sofreram várias criticas, como por exemplo do baterista do Coal Chamber, Mike Cox, que afirmou em uma entrevista que a Kittie era uma banda "vendida" e que seus pais escrevem todas suas músicas e pagaram para fazer a banda excursionar com o Slipknot e terem suas músicas executadas na rádio. 

Em março desse ano, a banda embarcou em uma turnê norte-americana com "God Forbid", "Periferia" e "Gwen Stacy" como suporte.

segunda-feira, novembro 15, 2010

Just Turns To Hate ♪




Eu o amo tanto que simplesmente se transforma em ódio.


" I love him so much, it just turns to hate " (clique aqui)



Sim, os extremos estão extremamente próximos.

quinta-feira, novembro 11, 2010

Sleater-Kinney

De uns tempos pra cá, ando escutando bastante bandas femininas, e como várias não são conhecidas pela grande maioria, eu gostaria de abrir um espaço aqui no SEROTONINA para falar sobre essas bandas.


Vou começar essa série de posts com uma banda formada em 1994, em Olympia (Washington). O trio, Sleater-Kinney - nome que faz referencia a estrada "Sleater-Kinney Road" em Olympia, um dos locais usados para ensaio nos primórdios da banda - tem bastante influencia do cenário riot grrrl, mas seu estilo predominante é o rock alternativo.

O trio começou sendo apenas um projeto paralelo das guitarristas de bandas femininas, Carrie Brownstein (Excuse 17) e Corin Tucker (Heavens to Betsy), mas começou a tomar forma com a primeira baterista fixa, Lora MacFarlane, que 3 anos depois foi substituida por Janet Weiss (Quasi). Um dos diferenciais que posso citar, é a ausencia do baixo, que é  muito bem compensado pelas duas guitarristas que abusam de diferentes pedais e a afinação com vários semitons para baixo. A banda está fora de atividade desde 2006.

segunda-feira, novembro 08, 2010

Voltando :)

Após uma pausa meio sem querer, vou voltar a fazer posts quase diários no Serotonina, não me agrada nada a idéia de deixar esse blog de lado, como mais um reflexo de todas coisas que eu começo e não termino na minha vida.
Como ja deve ter sido percebido facilmente, não consigo muito não falar sobre minha vida pessoal, e posso dizer que nesses últimos dias tive algumas mudanças, mas o que importa é que estou feliz e volto a me organizar para blogar aqui.

Se der me siga, leia as postagens ou comente, isso me motiva a escrever mais ;)
fikdik