segunda-feira, outubro 11, 2010

The Runaways - Garotas Do Rock


 Finalmente chega aos cinemas o filme que conta parte da trajetória de umas das primeiras bandas totalmente femininas a conquistar a fama.Estrelado pela atriz que ficou consagrada com a saga Crepúsculo, Kristen Stewart, no papel da roqueira Joan Jett, acompanhada de Dakota Fanning, interpretando a vocalista, Cherrie Currie, o filme parece ter tudo para ser um sucesso de bilheteria.

Dakota Fanning, Joan Jett, Kristen Stewart e Cherrie Currie
Porém, é só ter um olhar um pouco mais critico para perceber que esse longa não se trata propriamente de uma "obra-prima".Quando assisti o filme, senti que apartir da metade deu uma "quebrada" no roteiro e o filme tornou-se cansativo e repetitivo, o enredo poderia ter sido mais explorado, mas ao invés disso, repetiu-se a formula clichê de todos filmes de rock, deixando evidente a falta de experiencia da estreante Floria Sigismondi, responsável pelo roteiro e direção.

Além disso, o filme torna-se fraco, considerando a parcialidade com que os fatos foram narrados.Com a verdadeira Joan Jett na produção-executiva e roteiro embasado na biografia Neon Angel: The Cherie Currie Story, The Runaways propositalmente deixa de fora a importante contribuição da guitarrista-solo Lita Ford.Nas poucas aparições de Lita (interpretada por Scout Taylor-Compton) ela falou coisas inúteis e pareceu encrenqueira, deixando-se entender que ela tenha sido o pivô da separação do grupo.

"Só quero que as pessoas saibam que não tenho nada a ver com o esse filme", Lita Ford disse em entrevista a Rolling Stone. "O agente de Joan [Jett] ofereceu alguns milhares de dólares para comprar os direitos sobre minha história de vida. Achei isso nojento - nunca respondi de volta."

Mas, obviamente não são só pontos negativos, o filme é recheado de músicas ótimas, a trilha sonora conta com Stooges, David Bowie, Suzi Quatro e Sex Pistols, sem falar nas regravações da banda, cantadas pelas próprias atrizes, Kristen e Dakota, com certeza esse é um diferencial muito interessante.O figurino segue a tendência dos anos 70, meio andrógena de Bowie, justamente como as integrantes vestiam-se
Acredito que a história foi um pouco enfraquecida pela forma que foi contada, mas ainda assim, vale a pena assistir, e tirar sua própria conclusão.

quinta-feira, outubro 07, 2010

Fender Jaguar

Eu sei que falar sobre guitarras não é bem a idéia do blog, mas a minha paixão mais recente é essa "belezura", amor a primeira,segunda, terceira, todas vistas..

 Pode parecer idiotice e principalmente muito clichê eu gostar dessa guitarra por causa do Kurt Cobain, já que essa era uma das suas guitarras mais conhecidas, mas não posso fazer nada, ela é foda e ponto final.

Enfim, odeio copiar e colar, mas achei um post em um blog que explica muito bem sua história e gostaria de postar aqui para que outras pessoas possam conhece-la.

A Jaguar foi baseada na Jazzmaster. Diferente da Jazzmaster, a Jaguar foi feita com uma escala de 24 polegadas (uma novidade na época) e 22 trastes.
Os captadores da Jaguar são muito poderosos e melhoradamente protegidos, que eliminaram alguns problemas associados à isso na Jazzmaster.

Embora a Jaguar e a Jazzmaster divida o mesmo esquema de duplo-circuito, a Jaguar tem um segundo circuito mais complexo que consiste em três botões na parte inferior: os primeiros dois eram botões de ligar/desligar para os captadores de braço e ponte, respectivamente, o terceiro botão era engajado num capacitor que servia de filtro de transmissão. Esse botão foi chamado de "strangle" entre os guitarristas, devido ao fato de que quando o botão é ligado, a Jaguar realiza uma vibração de tom divergente gerando assim uma característica especialmente projetada para os guitarristas surfistas. Um dos problemas da guitarra era que os botões não são fáceis de se usar enquanto está sendo tocada e também faziam muitos ruídos quando ajustava-se os botões.


Como a Jazzmaster e Bass VI, a Jaguar têm um mecanismo de vibrato encontrado também na Fender Stratocaster. Leo Fender acreditou que o novo projeto foi superior aos projetos anteriores devido a ponte movida para trás, fazendo com que enviasse junto com as cordas durante o uso do tremolo, mantendo desse modo a entonação apropriada sob peso. O mecanismo do tremolo caracteriza também um fechamento interno da vibração, que ajuda o guitarrista a preservar o som da guitarra na eventualidade de uma corda arrebentada. Enquanto essa idéia era trabalhada somente em teoria, a atual unidade era famosa devido ao mal funcionamento, fazendo um dos mais problemáticos aspectos da Jaguar e Jazzmaster e talvez causa da rejeição dos guitarristas grudados com a Stratocaster e Telecaster.

Sua cor predominante era a Sunburst embora houvesse outras cores que hoje em dia são raras e bastante valorizadas: olympic white, shell pink, black, lake placid blue, candy apple red, fiesta red, shoreline gold, surf green, sonic blue, burgundy mist, charcoal frost, blonde e inca silver.
A 1962 Jaguar possuía o corpo em alder, e o escudo feito em três partes consistentes em celulóide de tartaruga, logo em 1965 foi mudado para plástico de tartaruga, devido às novas leis ambientalistas.
Inicialmente o braço era colado junto ao corpo, anos depois a Fender mudou o jeito de embutir o braço, fazendo isso parafusando-o. O set de madeiras do braço era braço/maple e escala/rosewood. E as marcações foram mudadas de "clay" para madre-pérola.

A Jaguar nunca conseguiu a popularidade que a Stratocaster e Telecaster obtiveram. Depois de grandes mudanças sem sucesso, a vida da Jaguar foi interrompida em 1975 depois de 13 anos de produção, voltando somente em 1995 na fábrica japonesa da Fender.


Aviso

Pra quem curte o Serotonina (se é que alguem se interessa) desculpe por não estar mais fazendo posts diários, acho que não estou conseguindo me organizar muito bem.

Não quero deixar esse blog de lado, assim como aconteceram com os outros :)

Espero em breve me organizar e voltar a fazer posts diários..